Monday, October 19, 2009

JOEL SANTANA DEIXA O COMANDO DA ÁFRICA DO SUL

Em Johanesburgo, hoje, dia 10, o presidente da Confederação de Futebol Africano, Kirsten Nematandani, convocou os jornalistas esportivos, para em entrevista coletiva anunciar a demissão do técnico brasileiro Joel Santana, do comando da seleção da África do Sul que disputará a Copa de 2010, como anfitriã.

Em mais de um ano no comando da seleção da África do Sul, o técnico Joel Santana participou, com sua equipe, em 27 partidas, sendo que ganhou 10, empatou 3 e perdeu 14. Já há alguns meses os observadores do futebol sul-africano e dirigentes vinham mostrando descontentamento com o trabalho do técnico brasileiro. Materializado, principalmente, nos resultados. Na Copa das Confederações ocupou o magro quarto lugar. Em sua última participação como técnico, a seleção sob seu comando perdeu para a Islândia por 1×0.

Para Joel Santana, a experiência em comandar uma seleção de um país africano deve ter sido muito boa, mas para o povo sul-africano foi deveras frustrante.

Com a volta de Joel Santana para o Brasil já tem tricolor torcendo para que o Fluzão contrate-o.

Posted by AFIN at 21:16:42 | Permalink | No Comments »

Thursday, September 24, 2009

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdivia, craque chileno.

Trave //////////////////////SUDAMERICANA

LÁ E CÁ BRASILEIROS QUASE NADA

Os times brasileiros que participaram na noite passada da Copa Sudamericana se mostraram quase como são conhecidos não fosse o Bota. Cada um mostrando suas performances da forma que praticam nos campeonatos do Brasil.

Tirando o Fogão que, no Brasil, ganhou do Emelec de 2×0 com dendecadas de Renato e André Lima, quase tudo seria igual, visto que o Vermelhaço, jogando no Beira Rio, ficou à beira da Universidade do Chile com uma única dendecada de autoria de Kleber contra uma dendecada chilena de autoria universitária de Monillo. E, por sua vez, no Peru, contra o Alianza, que dendecou duas vezes com Aponte e Valverde, o Fluzão dendecou duas vezes também com Luís Alberto e Conca. Nada do que não faz aqui no Brasileirança.

Alguns dizem que é porque estão jogando com reservas. Como? Os reservas estão fazendo o mesmo que os titulares. Sofrivelmente, nada.

Trave ##############BRASILEIRANÇA

RAPOSA SAI DA TOCA, MAS PERIQUITO BICA

Uns dizem que foi uma boa peleja, outros dizem que foi uma partida de defesa contra ataque e outros dizem que foi uma partida alternada. Quem ganhou, ganhou porque ganhou. O periquito, que comeu seu milho na toca da raposa.

O Verdão foi à alterosa olhando para trás: O São Paulo, cafungando na sua nuca. Que bafo, meu. Coisa de arrepiar. Fez bem olhar para trás. Foi olhando, olhando, olhando e pá! Dendeca na sua frente: Thiago Ribeiro. Depois desta, não tinha outro olhar se não o olhar para frente. Primeiro “time” com a Raposa balançando a cauda com fome e o Periquito saltando de galho em galho querendo escapar. Deu certo. Terminou o primeiro “time” com gosto de Raposa no ar.

Aguinha, palestra do professor e vamos ao campo. O público espera. Lá estão os dois seres, belos animais. Raposa que ir para a frente, mas tem falta em Vagner Love, na entrada da área. Lá vai Diego Souza, pé-porrada, curva no ar, desconjuntura de Fábio, dendeca acolhida na rede chuvosa. A Raposa não baixa a cauda, se balança faceira pelo campo. Ataca, ataca, ataca, é atacada: Vagner Love. Dendeca na rede. A Raposa não se entrega, está duplamente molhada: de suor e de chuva. O Periquito sabe onde se encontra o milho e vai bicando pelos lados, às vezes pelo meio, até que o árbitro arbitra. O Periquito escapa da cafungada do São Paulo. Por enquanto.

Posted by AFIN at 08:10:06 | Permalink | No Comments »

Wednesday, September 23, 2009

DEPOIS DO ESPORTE, A POLÍTICA

Como já ocorreu outras vezes em que esportistas ou dirigentes ainda em atividades, ou após atividades, ingressaram em partidos políticos para disputar uma vaga legislativa – até executiva – agora, a onda novamente se faz presente. Jogadores, boxeador e dirigente se filiam em partidos com o fito de saírem candidatos nas próximas eleições de 2010.

No Rio de Janeiro, foi a vez do ex-jogador Romário adentrar neste novo cenário do show coletivo. Segunda feira assinou sua filiação no PSB, embora tenha chamado o partido socialista de PSDB. “Não dá para dizer que vou ser candidato, até lá muitas coisas podem ser feitas. O projeto independe de eu sair candidato. Mas isso pode acontecer”, afirmou, convicto, o ex-baixinho do Flamengo e Vasco.

Ontem, terça feira, foi a vez do ex-animal, Edmundo, também ex-Vasco e Flamengo, assinar filiação com o PP. Sua meta neste momento é sair candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro.

Pela classe dos cartolas, seu representante é o presidente do Corinthians, André Sanches, que se filiou ao PT de São Paulo. Embora ainda não tenha decidido qual cargo disputará, entretanto é certa sua candidatura.

Como representante do Box, a política ganha Acelino Freitas, o Popó, filiado no PRB de Salvador e que pretende sair como candidato disputando uma vaga para a Câmara Federal. “Representarei o Estado da Bahia levantando a bandeira do esporte. O esporte diminui a desigualdade social”, discursou Popó.

Posted by AFIN at 07:44:37 | Permalink | No Comments »

Friday, July 10, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave ////////// RECOPA SUDAMERICANA

4 a Zerô. 1 na ida e Zerô na ida. 3 na vinda e Zerô na vinda.

Quando o São Paulo goleou o Internacional, disseram que o ex-time do Muricy era o bicho. Quando o Corinthians ganhou do Colorado em São Paulo, e empatou com o Colorado em Porto Alegre, disseram: “O Timão é que é o tal”. Agora, o esquadrão equatoriano empurrando duas derrotas nos gaúchos, a balela paulista foi desmontada. Nenhum dos dois times paulistas são bons, é o Internacional que é ruim.

Todas as partidas jogadas pelo time Colorado foram semelhantes: não tem defesa, o meio não arma e o ataque é inoperante. O time, com esta face, pega uma LDU bem distribuída em campo, concatenada, movimentada, ousada, aguerrida, confiante e arrojada, só tinha que levar couro.

A LDU, na peleja da noite passada, entrou em campo, e com 5 minutos se percebeu e entendeu, que do jeito que estava jogando, qualquer momento poderia fazer uma gol. Aos 8 minutos do primeiro ‘time’, corner pela direita, cobrança, Dendeca sobe, cai no meio da grande área na cabeça do velho — velho para o futebol, mas novo para o Rock —, Espínola, não deu outra: Dendeca se arreganha na rede.

Estava facílimo, talvez, neste momento, nem torcedor Colorado, apaixonadíssimo, acreditasse que a coisa mudaria. O time não acertava uma. A LDU só… Ataque da turma do Correa pela esquerda, Vera cruza quase no mesmo lugar do primeiro do desespero inicial, e Belier sobe de cabeça, e lá vai a Dendeca para onde gosta de penetrar. Estávamos aos 39 minutos.

Intervalo. Hora dos reclames. Hora de líquido por cima, e líquido por baixo, mais fala do professor. O segundo ‘time’ não será como o primeiro, imaginam os Colorados, em máxima ‘heraclitiana’. Claro que não foi: piorou.

A LDU nem lembrou que estava ganhando de 2. Aos oito, jogada alçada para a grande área do Internacional, a Dendeca sobra para o pé de Vera, que chuta no lado direito de Lauro, mas a trave é grande demais. Os equatorianos comemoram, na noite, pela terceira vez. Estádio lotado, afirmando a força do futebol embaixo da Linha Equatorial. Zona quente demais para o Internacional.

Com a entrada de Alecsandro, depois do terceiro tento, o Colorado melhorou uma pouco, mas como diz o credo socialista: futebol é coletivo, meu. Não deu.

Pois é, seu Zé! Imagine, seu Zé, um time vampirizado. Imaginou? Agora, imagine os vampirizados perambulando pelo campo. Imaginou? Pois foi este o Internacional da noite passada, seu Zé. ‘Míngüem’ escapou na perambulação. O chamado craque argentino, D´Alessandro? Tremendo blefe. Negas de pitibiriba de futebó. E o ausente Nilmar? Distante.

Perguntaram para o Nilmar se ele tem algum jogador que lhe serve de inspiração, e ele respondeu que até 2008 era o Romário, mas que a partir de 2009 passou a ser o Ronaldo jaca que cai. Ele tem razão. O púbere está seguindo fielmente seus dois ídolos: passa a partida toda na banheira. E ninguém sabe como ele não pega um resfriado.

No mais, foi só festa bolivariana. A Sudamericana ficou no lugar certo, com a equipe certa. Jogou, jogou, jogou… ganhou. Vai que é tua, Equador!

Trave OOOOOO CREDO DO CRAQUE

Creio no craque

Que amacia a Dendeca no peito

Deixa ela deslizar em seu corpo

Correr leve na grama

E a embala suave na rede.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Um menino estava, triste, sentado em uma calçada. De repente ele viu um caroço de tucumã, e o mundo se transformou em uma só alegria. GOOOOOL!

                  

Posted by AFIN at 07:13:08 | Permalink | Comments (1) »

Thursday, July 9, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave ####### ENTREVISTA COM UM MAQUEIRO

POR FORA DE FUTEBOL – É bom ser maqueiro de futebol?

MAQUEIRO – É. Principalmente se o jogador for magro.

PFF – Tu já carregaste o Ronaldo ex -fenômeno?

M (Sorrindo) – Graça Deus, não. Não ia ter força, o cara é muito gordo.

PFF – Claro que torces por um time, é bom carregar jogador do teu time?

M– É e não é. É, porque o cara vai ser atendido e ficar bom. Não é, porque o meu time fica com um a menos e pode, nesse momento, levar um gol.

PFF – Qual o melhor prazer de carregar um jogador?

M– Quando o jogador é bom de bola, tá barbarizando na partida, se machuca, e joga no time adversário. Eu carrego o cara com alegria. Pensando que ele vai ser substituído.

PFF – Mas isto não é anti-cristão?

M– Não, porque Jesus não tem nada de ver com futebol. Futebol é ali em campo entre os caras. Agora têm uns cara que confundem tudo, misturam Jesus com futebol. Fazem até promessa, mas não adianta. Se o time é ruim, nem Deus ajuda.

PFF – Já carregou algum juiz?

M – Já.

PFF – Gostou?

M – Porra, se gostei. O cara tava roubando contra meu time. Foi substituído e meu time ganhou.

PFF – Quantas partidas já assististe?

M – Perdi as contas.

PFF – Qual o time que não gostas de ‘macar’ (trabalhar como maqueiro)?

M – Da Seleção Brasileira. É um sofrimento. A Seleção é muito ruim. O Dunga não sabe nada de futebol.

PFF– Tu és um privilegiado no futebol. Além de assistir jogos de graça, ainda fica perto dos técnicos. Tu já deste alguma orientação a algum técnico.

M – Já.

PFF – E ele aceitou?

M – Se aceitou? Aceitou, passou prus jogadores, e o time dele ganhou. Ainda bem que não foi contra o meu.

PFF – E neste caso, quando teu time está jogando, está perdendo, e tu sabes onde está o erro, como tu ficas?

M– Muito puto. Cara, eu sei onde o time tá errando, quero dar meu bizum, mas sinto que o técnico não dá brecha. Cara, nem queira passar por este sofrimento.

PFF – Agora, para finalizar, já aconteceu contigo algum caso engraçado quando tu estavas carregando um jogador.

M– Foi quando eu vinha carregando um jogador, tropecei em um buraco, torci o pé, caí em cima do jogador, o jogador, muito puto, se levantou, me agarrou, me colocou na maca, e me carregou, junto com meu parceiro.

Trave ######## LIBERTADORES: NINGUÉM SE LIBERTOU

Zerô a zerô. O Estudiantes não estudou a partida suficientemente para ganhá-la, e o Cruzeiro, se conseguiu driblar a gripe suína, não conseguiu cruzar as traves do time argentino.

Mas foi uma partida boa. Boa para comentarista: nada a comentar. A não ser as defesas de Fábio, que enche o saco de Jesus, a lá Marcelinho, com expressões sacras do tipo: “Jesus é Maravilhoso”. Em cada frase que pronuncia. Não é preciso nada disso. Jesus é maravilhoso? É? Ele sabe, meu. Ele é tão maravilhoso que está do lado dos dois times, e não só do lado do time do Fábio, boca de chupar boqueira – e azul.

Chupando ou mordendo, Fábio fez grandes defesas, que impediram a queda de sua cidadela. Valeu o ingresso, porque o resto do time estava apeado. Nada de concatenação de jogadas que sabe muito bem fazer. Nada de Kleber insinuante, combativo, com dribles enviesados. Nada de ousadia de Welington Paulista. Até o sósia do Jack, “o Iluminado”, Wagner, não fez, e nem recebeu nenhum lançamento.

Boa partida. Até um cano espocou atrás das traves que Fábio guardava.

Está confirmado: uma andorinha só não faz, Veron.

Craque remanescente dos velhos tempos em que a Argentina era verdadeiro celeiro de craques, e que sua seleção era mundialmente invejada, Veron é o cara do time do Estudiantes, que em matéria de futebol arte, são quase foi escrito quase todos analfabetos do futebol. Como Estudiantes, só fazem garatujas.

Como diziam os católicos na Idade Média, que fora do catolicismo não havia salvação, o mesmo pode ser afirmado quanto a Veron, no time do Estudiantes. Sem Veron não há salvação. Podes crer. Veron é mais da metade do time. Velho velho para o futebol, mas novo para o Rock —,guerreiro, ataca, defende, arma, desarma, lança, chuta, cabeceia… É uma verdadeira performance musical em campo. Nos presenteia com bons momentos saudosos do grande futebol.

Como uma partida de futebol não se resume nos chutes dados e não transfigurados em gols, Estudiantes e Cruzeiro empataram em Zero a Zerô, mas o resultado mesmo foi de 1 para Fábio e 1 para Veron.

Em síntese se se pode haver síntese da partida , nenhum dos dois times conseguiu se libertar um do outro. Vão esperar até a próxima quarta-feira para se libertarem. Porque o Barça está só esperando.

Trave _###### FLU É UMA FOLHA DE PARREIRA

No único jogo do Brasileirão A, em tom quase fúnebre, o goleiro do Fluzãozinho foi por 4 vezes perturbar a Dendeca, que dormia no fundo de suas redes. 3 vezes no primeiro ‘time’ e 1 vez no segundo. Ronaldo, vulgo “jaca que cai”, como sempre, mamando na frente da grande área, recebeu e levou a Dendeca para dormir, duas vezes no primeiro ‘time’, juntamente com Dentinho. Novamente o jaca, no segundo ‘time’, levou a Dendeca para dormir.

Observação de um torcedor que não dorme: os 3 gols do Timão no primeiro ‘time’ saíram de erro de passes dos fluminenses no meio do campo. Entregaram a Dendeca para os rivais que a amaram.

Já o goleiro do Corinthians perturbou a Dendeca 2 vezes. Konca, do Fluzãozinho, e um próprio jogador do Timão foram os responsáveis por sua condução à rede.

.

………………..Diferença de tempos

O futebol de antigamente era tão criativo e contagiante muito diferente do atual (atual?) —,que jogador não fazia gol só com os pés e a cabeça, fazia também de bicicleta. O craque do Mengão, Leônidas da Silva, que o diga.

Posted by AFIN at 07:27:25 | Permalink | No Comments »

Wednesday, July 8, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave ////////////// O APELIDO FAZ O NOME

O futebol é uma festa. Mesmo quando sedimentado pelas ambições capitalistas, sempre há uma fissura para ele se mostrar alegre. Há sempre uma ginga, uma queda e, acima de tudo, um apelido. O apelido, torcida brasileira. O apelido. O apelido tem história gloriosa no futebol. Está duvidando? Então, leva esta entre as pernas: Garrincha! Gostou do apelido? Que mais prova de futebol alegre embalado pelo apelido?

O rebentinho nasce, colocam um nome nele, aí ele cresce, vai pra rua, começa a chutar uns caroços de tucumã, depois uma bola de papel, depois uma de plástico, e quem é que dá brilho na Dendeca? O apelido. Em casa podem até chamá-lo pelo nome familiar, mas quando está só, lembrando da pelada, ele se vê outro. E, vendo-se, sorri alegre: é seu futebol seu nome.

Em Manaus, vários apelidos pontuaram o futebol. Cada qual a mais alegre exibição esportiva. Teve Zamundo, Catita, Gordinho, Tapioca, Pepeta, Rolinha, Padeirinho, Limão, Burra Preta, Bololô, Gato, Pretinho, Buiú, Buião, Purgante, Sula, Dadá, entre tantos.

Ocorre, porém, que muitos jogadores têm apelidos, mas não são apelidos produzidos nos encadeamentos dos elementos sociais produzidos na práxis da vizinhança como acontece com o garoto que passa a ser chamado por um apelido saído de suas relações com os companheiros de folguedos na rua. Aqueles jogadores têm apelidos produzidos nos próprios corpus familiais com seus laços privados e indiferente às ocorrências das ruas. São apelidos para proteger a força do nome instituído pela família. Poder-se-ia dizer, evocando, de certa forma, a esquizo-análise, apelidos do campo neurótico. Bons exemplos: Kaká, Robinho, Fabinho e muitos outros. São apelidos que não carregam a potência criativa do apelido ‘arruaceiro’. Apelido que se torna nome identificador da atuação do menino na rua. O apelido esquizo, criador. Apelido, Garrincha.

Trave ##### B – BRASILEIRÃO

Em Campinas, dois times tentaram jogar para validar o preço do ingresso do torcedor. Quase que não validavam, e o caso ia parar no Procom, mas não precisou: até que valeu o bilhete.

Um, permitiu que a Dendeca realizasse seu desejo: transfigurando-se em gols. Primeiro ‘time’, na segunda parte da segunda dezena do ‘time’, Ricardo Xavier para o Bugre de Campinas. No segundo ‘time’, o velho – velho para o futebol, mas novo para o Rock (dia 13 é Dia do Rock, não esquece) – e bom Iranildo marcou no começo do ‘time’ para a equipe do “Planalto Centra, onde se divide, se divide o bem e o mal” (Pessoal do Ceará), Brasiliense. “44 minutos, torcida brasileira. Guarani 1, Brasiliense 1. É a última volta do ponteiro”. Saca só, mano. O cara de costas para o goleiro, na esquina da grande área, atrás dele 3 brasilienses, 4 com o goleiro, ele viu o companheiro… saca só, passar pela sua esquerda, e deu de calcanhar, de costas, a Dendeca passou insinuante pelos 3 brasas e foi colar gostosinha no pé direito… saca só, do Dario, que acabara de entrar. Porrada! Lá foi a Dendeca, já cansada, dormir na rede amarela do Brasa.

Uma partida interessante. O Guarani, até sabe articular, mas tem entrave nas finalizações. Não chuta, e quando chuta é no corpo do adversário. Acerta o corpo inteiro dos rivais: cabeças, mãos, braços, barrigas, e principalmente as bundas. Sim, porque os caras não são otários para ficar de frente e levar uma Dendecada no rosto que mamãe beijou.

Sabe, meu, o Brasa até que é uma equipe aplicada. Tem jogadores mais para o Rock, mas ainda dão uns dribles e têm boas pegadas.

3 cenas para observações: 2 cômicas e 1, cacete, refutável:

1 – Jogador do Guarani entra na pequena área pela esquerda, vai chutar e enterra o bico da chuteira no gramado, mais ou menos meio metro de distância da bola.

2 – Zagueiro do Brasa disputando a Dendeca com um atacante do Bugre na pequena área, próximo da linha de fundo cai, e sai se arrastando uns três metros como um jacaré, sem poder parar.

3 – Injustificável. O jogador Márcio Alemão, do Guarani, recorreu à discriminação racial para ofender o jogador do Brasa. Atitude inaceitável em qualquer lugar e ocasião do mundo.

No mais, palmas para a torcida alegre e contagiante.

Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar. Eu venho lá do sertão…” Apesar do Juventude andar caindo pelas tabelas, e a brisa não cantar, jogou bem a peleja, mas foi exatamente Fábio Junior, depois de tentar ‘fazer a hora’ e não conseguir que aos 44 e meio do segundo ‘time’, quando tudo parecia que ia ficar como começou, descolou o Campinense de Campina Grande, terra do destemido e talentoso cantor e compositor Geraldo Vandré: abriu e fechou o placar. Fábio Junior cantou no ouvido de dois zagueiros do Juven, os dois gostaram, e ele ajumentou atravessado da esquerda, o goleiraço ainda tentou agarrar a Dendeca entre o travessão, mas era muito amor, amor em fúria: a Dendeca passou como um bólido. Loucura de paixão. Dizem que na Paraíba é assim. Muito amor, e a Dendeca aproveitou.

Com a ajuda da Dendeca, o Campinense deixou a última colocação, e seus craques podem cair na fuzarca ao som de Elba Ramalho.

No mais, é encarar a carne de sol, ou ensopado de caranguejo, com uma boa pinga de alambique. A torcida merece.

Trave )))))))))))) LAMBANÇAS DO FUTEBOL

,,,,,,,,,,,,,,,, Pelé quer que a FIFA estabeleça um salário base para os jogadores. Segundo ele (Pelé ou Edson?), para evitar a movimentação exorbitante de grana nas transações de compra e venda dos jogadores. É muita onda. Logo eles, Pelé e Edson, com este papo, os maiores marketeiros das multinacionais que patrocinam a FIFA/Blatter.

,,,,,,,,,,,,,,,, Diretoria do Palmeiras diz que vai dar mais um tempo para Muricy decidir se quer dirigir o Palmeiras. Acredita que vai dar tudo certo na contratação do quase eterno ex- sãopaulino. Desconfia-se, em verdade, que a diretoria está é, supersticiosamente, esperando que o técnico provisório, Jorginho, continue dando certo com o time periquito/porco, como vem acontecendo.

,,,,,,,,,,,,,,,, O jogador Carlos Alberto, enquanto não resolve suas andanças de caixeiro-viajante, o Tribunal Esportivo vai lhe condenando a 4 partidas, onde duas já foram cumpridas. Se o andarilho do futebol não resolver sua questão comercial, ele continuará no Vascão. Dizem que é o que a torcida cruzmaltina anseia.

,,,,,,,,,,,,,,,, Ronaldo, vulgo Jaca que cai, em programa de televisão, duvidou que a maior torcida do Brasil é a do Mengão, para ele é a do Timão. Arrepiado com a afirmação do Jaca, o sensível dirigente do Rubro Negro, rubro de despeito, Kleber Leite, tirou um sarro do baladeiro, a Jaca que cai, e ainda afirmou que o corintiano estava agora em nova profissão: humorista.

Agora ele ia ganhar a bicicleta. Tem bicho: o pai agarrou o pênalti da vitória.

Posted by AFIN at 06:56:12 | Permalink | No Comments »

Friday, July 3, 2009

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave oooOOOO“Flamengo joga amanhã

|  | oooOOOO…….E eu vou pra lá

|  | oooOOOO…….Vai haver mais um baile

|  | oooOOOO…….No maracanã.

.

|  | oooOOOO…….O mais querido

|  | oooOOOO…….Tem Zico, Adílio e Adão

|  | oooOOOO…….E eu já rezei pra São Jorge

|  | oooOOOO…….Pru Mengo ser campeão.”

Com este time do Mengão não precisava rezar para São Jorge. Os craques resolviam a parada aqui na terra mesmo. Sem precisar da interferência do Santo Guerreiro. Dizem que quem precisa de São Jorge é o Corinthians.

Recordar é viver, diz o velho ditado”. Não é. Quando um flamenguista recorda esta máquina que era o Mengão, não vive no presente, suas vitórias. Hoje, o Mengão não é nem fantasma do que se recorda.

Trave ######CRUZEIRO SE LIBERTA DO GRÊMIO E VAI À FINAL

Cruzeiro cruzou os pampas, libertou-se do Grêmio, e vai ‘estudiantar’ na terra de Don Dieguito. Ao contrário de Bolívar, Libertadores não é para libertar alguém sob o julgo de outro. É para alguém se libertar de outro. A grande vitória é quando não tem mais ninguém para este alguém se libertar, Este, o sentido da Libertadores. Foi este o grande feito de ontem à noite de Dona Raposa. Se liberto da gauchada. Agora só tem um para poder respirar aliviado, olha para trás sem ansiedade, vendo que ninguém lhe persegue. Realizou a Libertadores. Por tal, todo time que participa da Copa e ficou pelo caminho não se libertou. Assim, não participou da Libertadores. Só o campeão participou.

No mais, o primeiro jogo – houve jogo – em Belô, com as duas equipes mostrando um bom de futebol, a Raposa saiu da toca e empurrou 3 no Grêmio. Por sua vez, a gauchada economizou e só empurrou 1. Neste segundo jogo – houve novamente jogo – o Grêmio precisava tirara a diferença. Foi pra cima. Chegou na área, lançou na área, chutou, cabeceou, mas foi o Cruzeiro quem fez.

Kleber, o insinuante, pegou uma Dendeca desguiada, deu-lhe o trato, como a donzela merece, deu as costas para o zaga, que ambicionava tomá-la, foi à linha de fundo, com um drible, chegou quase na esquina da pequena área, lançou para frete da zona do agrião, e quem estava lá? O cara ex-botafoguense: Wellington Paulista mandou ver, e o goleiro viu a Dendeca arreganhada na rede, querendo mais amar. O Cruzeiro satisfez seu desejo. Quase três minutos depois, cruzamento da esquina da grande área para o centro da mesma, e quem estava lá? Ele, mano. Ele que, de peixinho – o jaraqui tá caro, pela hora da vida –, acaricou a Dendeca, e lá foi a deusa novamente se arreganhar. O Grêmio cambaleou. Terminou o primeiro ‘time’.

Aguinha prus garotos, muito mijo, falação dos professores e vamos pro jogo.

Segundo ‘time’. A coisa tá preta pro Grêmio, mas ele quer cair honrado. Vai pra cima. Acua a Raposa. A Raposa sente os Libertadores. A Raposa quer fugir. Todos os flancos estão fechados. Os gaúchos atacam. Vacilo próximo à toca da Raposa. Vacilo. Um cruzador pega a Dendeca, cruza para além do meio do campo pela esquerda, Wagner vai amá-la, Adilson, com ciúme, dá-lhe uma traulitada, a Dendeca escapa, mas o cruzado está rolando em campo. Eram 14 ‘mínites’, mano. Que horror. Gaúchos com 1 a menos. Não se deram por vencidos, foram para a toca. Escanteio, lá vem a Dendeca da esquerda, esvoaçante, linda, maravilhosa. Rever a beija com a cabeça, Fábio olha. Dendeca, minha Dendeca, dorme em sono perfeito. Grêmio agora tem que fazer só 4. E tome tricolor, e tome tricolor, e tome tricolor… Souza pela esquerda, fora da grande área, não acredita em Fábio, e dá um trato legal na Dendeca… Tá lá: golaço, mano! Faltam só 3. Os gaúchos vão para cima, numas dessas, quase os cruzados fazem pelo menos uns 2. Mas os gaúchos vão pra cima. O tempo, o senhor da peleja: não há mais o que fazer. Fim do ‘time’. A Raposa administrou bem sua vantagem, e estamos conversados. Com gripe ou sem gripe, a Argentina espera ver o baile da Raposa.

Trave ########…………….GRIPE PRA QUÊ TE QUERO?

Com a gripe suína, os times do São Paulo e do Nacional foram beneficiados: não jogaram contra seus rivais mexicanos, que na época eram tidos como os produtores da gripe. Medo de contaminação, times ganharam por WxO, sem jogar. Mas, para a moral do futebol, foram desclassificados. Agora, no pique da gripe ma Argentina, com ministro da Saúde pedindo para se evitar ir para terra do tango, Nacional do Uruguai foi, e a Raposa vai. Sem tapetão.

Trave °°° ooo OOO | ****$$$$**** E O CARLOS ALBERTO, MEU?

Carlos ‘Alaberto’, ex-jogador do Vascão, dá continuidade a sua profissão de caixeiro viajante: vai fazer negócios em outras plagas. Mesmo depois de dar entrevista afirmando que gostou muito do Vascão, fez grandes amizades, era o capitão do time, e ia ficar. Falas de mercador. Isso que se chama de ‘euricagem’.

Posted by AFIN at 07:52:42 | Permalink | No Comments »

Thursday, July 2, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave …………##### “Quando ela, gritou:”Mengo

………..#####………….No segundo gol do Zico

………..#####…………. Tirei sem pensar o cinto

………..#####…………. E bati até cansar

………..#####…………. Dois anos vivendo juntos…

………..#####…………. (…)

………..#####…………. Eu aprendi que alegria

………..#####………….De quem está apaixonado

………..#####………….É como a falsa euforia

………..#####………….De um gol anulado.”

E existe gol anulado? Claro que não, Aldir Blanc.

Como o futebol é igual a todos os esportes, tem seu corpus de regras que segmentam todos os lances de uma partida. Desta forma, todos os lances são observados, interpretados e julgados por estas regras. Não importa se elas são aplicadas devidamente, ou não. O que importa, para quem as pratica, é que no final elas prevalecem.

O tal gol anulado cai bem neste julgamento. Como o gol é a essencialidade do futebol, quando em um lance a bola ultrapassa as divisórias consignadas como colunas e travessão, e o juiz da partida tem do lance uma interpretação legal, ele é julgado como gol. Mesmo que o lance tenha sido em impedimento, ou com outra infração qualquer. O que conta é a decisão do juiz em dar ao lance o caráter de gol. Assim, nunca um gol é anulado. Gol é gol, ninguém anula.

O que causa perturbação nas torcidas é o fato da bola ter ultrapassada as divisórias, e o juiz ter impugnado o lance. Se impugnou, mesmo com a bola lá no cantinho, dengosa, embrulhada na rede, não houve gol. O gol é a lógica maior do futebol: ninguém tem poder de anulá-lo. Anula-se o lance, jamais o gol.

“Estava mais angustiado

Que um goleiro na hora do gol…”

Aí o Belchior diz quase bem. Quase, porque o goleiro não se angustia na hora do gol. O gol não tem hora. Ele é um quase presente passando para um futuro-angústia que se tornará passado. Assim, o goleiro se angustia depois do gol.

Trave oo OO 00…….. CORINTHIANS GANHA COPA EM PARTIDAS “DUNGAS”

Desculpe-me! Eu estou escrevendo uma tese para meu doutorado em Antropologia Urbana, cujo título é “A Decadência do Futebol Brasileiro nos Últimos 20 Anos”, e estou entrevistando pessoas que entendem um pouco de futebol. Como estou vendo que aqui em sua banca de vender bombons o senhor tem um aparelho de TV, eu gostaria de saber se o senhor assistiu ao jogo de agora há pouco do Corinthians e Internacional pela decisão da Copa Brasil. E, se o senhor assistiu, eu gostaria de ouvir seu comentário sobre o jogo. O que deve ser fácil para o senhor, já que dizem que todo torcedor brasileiro é um técnico.

Eu sou torcedor, mas não sou técnico. Não dou opinião sobre o que os times devem fazer para vencer. Eu apenas comento partidas de futebol aqui na minha banquinha até enquanto o prefeito cassado não me tirar dizendo que é preciso limpar Manaus para a Copa. E, para seu governo, assisti às duas partidas finais. Para iniciar, tenho duas observações. Uma, que tenho certeza que vão dizer que o Corinthians se sagrou campeão já na primeira partida quando ganhou com um gol de Jorge Henrique e outro do Ronaldo Jaca. Você já viu uma jaca madura caindo? Não? Olhe quando o Ronaldo cai. E como pode uma jaca fazer gol? E fez, dando o drible mais velho do futebol no Índio, zagueiro do Internacional. Outra, que gente supersticiosa vai dizer que o Internacional perdeu porque jogou com uniforme branco, quando o original é o vermelhaço, o de guerra; e por isto não teve torcida. A torcida estava de vermelho e o time de branco, alma em enterro.

Quanto às partidas em si, foram do jeito que é o futebol para o Dunga: horrível! Monstruoso! Nenhum time tem jogadas encantadoras que afetem de alegria as torcidas. Tudo que se vê são uns caras correndo, maltratando a Dendeca sem nenhum pudor. Os gols são ocorrências banais de uma partida qualquer. No comecinho, o Internacional foi para cima, mas logo mostrou a inércia de futebol. Nilmar, um grande embuste, produto claríssimo de marketing, não corria, não brigava. D’Alessandro, armador que arma muito bem jogadas para os adversários, abusou de dribles improdutivos. Taison, que no primeiro jogo se revelou craque, desapareceu. Correndo sozinho, queria resolver a parada só com a intenção. Não fosse a determinação de jogada e a raça de Alecsandro, autor dos dois gols do Inter, o horroroso teria ficado nos 4 a 0 agregados.

Do lado do Corinthians, o velho futebol que se defende, fingindo atacar com Dentinho e o Jaca. Com um único personagem futebolístico: Jorge Henrique. Este quer futebol. Quando não, catimba. Como aconteceu na falta que fez no Índio, e o juiz não marcou, e desdobrou no primeiro gol, feito por ele mesmo. Ele tem o dom da ubiquidade: está em todos os lugares. O segundo gol foi a cara cuspida e lambida do Dunga. Correria de André Santos pela esquerda, o Magrão vacilando na marcação, o goleiro Lauro ausente. Por fim, pelada em grande estilo futebol brasileiro ‘dungado’.

Notas de destaque: A confirmação da suspeita que a diretoria do Inter tinha sobre o juiz da partida: cristalina tendência pró Timão. E a confirmação que Cristian, do Corinthians, é uma rapaz não confiável. Não carrega a honestidade necessária para participar de um enlace coletivo. A paralisação da partida com tumulto foi obra do seu sentimento de inferioridade, que o faz agir com raiva e desdém contra os que toma como rival. A vitória para si não é um acontecimento feliz, é um momento para manifestar ao outro seu ódio. É um rapaz perigoso para o futebol comunhão coletiva.

E então, gostou? Quer saber qual o time que torço? América, que foi campeão domingo com 3 gols no Nacional. Só não fez mais porque Deus teve pena do Naça.

Trave oooOOOO…….. LIBERTADORES?

Pela Libertadores, que entristece o futebol sul-americano, teve o entrave Nacional do Uruguai e Estudiantes da Argentina.

Precisando apenas de uma empate, o time argentino meteu dois de autoria de Besolli. O primeiro um belo chute cobrindo o goleiro, depois de receber um presentaço da zaga. O segundo, depois de receber na frente da pequena área um cruzamento da esquerda, dominou a Dendeca, esperou o goleiro, meteu-lhe um drible e mandou a beleza dos estádios se aconchegar nas redes.

Já o do Nacional, depois de pressionar o time do Estudiantes, um lançamento da frente da grande área pegou Medina disputando a bola com a zaga, levando-a de vencida e… pronto. Agora o time argentino espera um dos brasileiros, Cruzeiro ou Grêmio, para decidir a triste Libertadores temporada 2009.

Trave O ###…….. AMANHÃ TEM….

No Beira-Rio, em Porto Alegre, Grêmio e Cruzeiro. O time pampeiro precisa ganhar com diferença de 4 gols para levar a classificação.

*$&¨#)@§.!”%(_+-=¢¬;>…{°I£

Trave + + +….. Cristiano Ronaldo, em terras lusas, foi intimado a comparecer ao Distrito Policial para depor sobre agressão em jovem lusitana de 17 anos.

Cristiano, o educado jogador do Real Madrid, conhecido como baladeiro, ia orgulhoso em sua Ferrari, acompanhado com de sua mater, Dolores, quando ao lado de seu humilde carro parou outro carro com uma adolescente pedindo um autógrafo. Cristiano, o sensível educado, em seu estilo, “porque eu sou é homem”, sentou chutes no carro onde se encontrava a jovencita produto do show das amenidades, quebrando os vidros, que caíram sobre a jovem menina-moça, ferindo-a. Coisas do futebol gueto.

Posted by AFIN at 08:25:37 | Permalink | No Comments »

Wednesday, July 1, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

BRASILEIRÃO – B Edição das Almas

Peleja: Vasco E Bragantino

CHEGA DE PROMESSA!

CHEGA DE CAÔ!

QUEREMOS JOGADOR!”

Respeita o Januário do teu pai”. Em pleno São Januário, o próprio Vascão não respeitou seu Januário na noite passada diante do Bragantino.

Torcida ali, dando força para o time, e nada. A torcida ali, dando força para o time, e nada. O “time” rolando e a torcida se aporrinhando com o Vascão. Carlos Alberto dribla, passa, chuta, e o gol? Nada, seu Joaquim. Manuel, vamos ao pastel. A caravela tá que sem vela e sem cabrocha. Ninguém rebola na peleja para fazer um golzinho. Um golzinho sequer.

O Braga na sua, na sua ficou. “Se der eu meto uma”. Investidas perigosas, quase a galera abandona a caravela, mas ficou na investida.

Segundo “time”, conversa com o professor, e vamos à luta que a inglória é certa. Lá foi o Vascão ao ataque. Até que foram criadas algumas oportunidades. Defesaça, clota na trave. E o gol, seu Gaspar? Nada.

E o Vascão aporrinhando a torcida com a falta de ânimo, técnica, talento e combate. O Vascão era só tristeza, embora na nona rodada, mas já virando as costas para primeirona. Torcida é sacal. Pressente mais que jogador, técnico e toda comissão de frente. O Braga só na dele, é visitante, se conseguir um pontinho tá de boa soma.

Conseguiu. Terminou o passeio, pois não houve peleja, do jeito que começou chegou ao triste fim: zerô no placar para ambos os inertes.

Futebol só para quem está por dentro. Como pode, ninguém faz gol, e cada um leva um ponto como recompensa pela inutilidade e a desconsideração com o torcedor. Quer dizer, em um campeonato como este, se um time só empatar, garante a Série. Permanece no mesmo baixo nível. Segredos do futebol.

Agora, cá entre nós, patrício, que coisa feia. Como a clota sofreu. Cada chute e cabeçada era um martírio. Teve até maqueiro caindo com a maca quando carregava jogador. Quer saber como foi o trote futebolístico ao São Januário? Fica com a cena do maqueiro caindo, e adiciona o grito de “Sem vergonha!” da galera para o time do Vascão. Sabe só quem gostou deste embuste chamado futebol? Os flamenguistas.”

Mas os otimistas dizem que o campeonato tá só começando. Mas não é começando que se termina, Vascão?

Peleja: Brasiliense e Duque de Caxias

BRASILIENSE E DUQUE DE CAXIAS “NO PLANALTO CENTRAL, ONDE SE DIVIDE, SE DIVIDE O BEM E O MAL”

Foi lá, que um Duque e um derivado da capital se misturaram, também, na noite passada. Ambos começaram o litígio entre os dez primeiros da Série B, mas no final continuaram entre os dez primeiros.

O juiz da partida só parou solenemente a partida em duas ocasiões. Uma no primeiro e único gol do Duque, por obra de Giovane. E outra, por ocasião do primeiro e único gol do Brasiliense, por obra de Eder. Empate. Nem Sarney, nem Agaciel, nem Arthur e nem a mídia conspiradora conseguiram mudar o ritmo da peleja, e muito menos o placar, que não se quis diferente, mesmo “cursando o segundo letal do Planalto Central”.

……………………………0000000000

A imprensa internacional alardeia que não há briga de egos entre o ‘renasceroso’ Kaká e o baladeiro Ronaldo, ambos do time do generalíssimo Franco, Real Madrid. Obviedade: não há egos no capitalismo. Há um Ego-Absoluto: o capital.

Durma tranquilo, seu Onofre, a bola gira em redor de si mesma. No mais, é o menos.

Posted by AFIN at 07:25:53 | Permalink | No Comments »

Sunday, June 28, 2009

POR FORA DE FUTEBOL


Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave SELECIONA O SELECIONADO QUE O CANARINHO É “AMARELO”

Então, ‘meu cumpadi”, os gringos entraram em campo jogando à la contra a Espanha. A seleção é só amarelo: nada ‘dê’ ‘futebó’. Ta lá, 12 caras se dizendo ‘brasileiro’. 11 no campo e 1 na margem. E os gringos, rolando a Greta, em total garbo. E os canarinhos, amarelados. ‘Cumpadi’, 8 e qualquer coisa, cruzamento da direita, um gringo na área, toquinho de esguelha, tá lá, Greta, toda garbosa amada por Dempsey, pelos ‘fundos’ esquerdo do guarda-meta amarelo. Coisa de ianque: chama os adversários pra cima, e manda ver.

Greta rola, rola Greta, Greta rola… Disparada gringa pela esquerda, dois amarelos fingindo combate, gringo da esquerda cruza para gringo da direita, da direita dá queda de corpo no amarelo da direita, guarda meta amarelo, sai todo arreganhado, gringo da direita completa os 28 minutos: tá lá a Greta, novamente garbosamente, desta vez amante de Donovan. E a gringada, ‘cumpadi’, comemora com euforia fúnebre.

De formas, ‘cumpadi, que o estádio era azul e branco, com uma pequena nesga vermelha, contrastando com o amarelo ‘dungado’.

Cumpadi’, num queira crer. Veio o segundo ‘time’, ‘las vem’ os ‘amarelo’. E os gringos? Nada. O árbitro do apito esperou, esperou, esperou, e os gringos não deram as caras. ‘Então, ‘vamo pru jogo’, deve ter falado o árbitro do apito. Sem time, gringo em campo, foi uma mamata. ‘Aos 1 minuto’, os amarelos, na pessoa do irritado e não confiável L. Fabiano, empurrou a Paquita, que em rebolado comercial fez pose depois das traves. Chegou, se arrastando os 29 e nada, novamente o não confiável, bateu na Paquita, e lá foi ela se exibir em busca de um contrato na Globo. Aos 4…, escanteio pela direita, Elano e o grosso, ‘destrambelhado’, Lucio, sobe arreganhado, e a Paquita é contratada, ‘cumpadi’.

Segundo informação, ‘cumpadi’, ‘extra-oficiar’, os gringos não voltaram para o segundo ‘time’, porque acreditaram que era uma partida de um só tempo. Mas há quem afirme, ‘cumpadi’, que eles não voltaram para o segundo ‘time’, porque eles já estavam satisfeitos com a vitória no primeiro ‘time’.

Esperto estes gringos, não, ‘cumpadi’?

Trave####Pergunta por fora de futebol: Você confia em um homem que chora por que ganhou uma partida de futebol? Confia? E se este homem que chora depois de uma partida de futebol tem na frente da camisa a frase: “Eu amo Jesus”? E atrás da camisa a frase: “Eu te amo, Ivone” (deve ser sua esposa, ou filha). Meu, se você confia, você confia no zagueiro grosso, Lúcio, ao mesmo tempo que não gosta de futebol, porque está por dentro do futebol, e, de quebra, não acredita em Jesus, porque Jesus não serve para estas presepadas.

O OLHAR DO GANDULA

_________

…………|   |######### oooooOOO0000

Alguns ingênuos do futebol acreditam que os que sabem mais sobre uma partida de futebol são os jogadores e os técnicos. Necas de pitiririca. Quem sabe mesmo são os gandulas. Eles conhecem o campo e todas suas regras espaciadas que alguns jogadores habitam, ou não. Os gandulas não são meros ‘boladeiros’. No estádio eles são mais do pensam seus patrões. Eles entendem de todas as nuances do futebol. Seja de peladeiros ou de craques. Em razão deste douto conhecimento futebolístico, eles são responsáveis pela condição das posições dos jogos nos campeonatos ou amistosos. Por este conhecimento, eles criaram signos indicadores das partidas. São eles. Partida bárbara de sofrível: º, partida reduzida em um bolinha. Nada de futebol. Partida regular: o, bolinha maior. Partida boa: O, partida bolão. Pura pelada: 0, partida com bola oval.

Assim, os jogos seguirão esta classificação dos gandulas.

CAMPEONATO BRASILEIRO

Pelejas de Sábado e Domingo

Atlético Mineiro e Barueri. 2 para os da terra do grande escultor Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e 4 para a revelação do futebol paulista. Jogo quente. Não pelos seis gols, mas muito pela atuação do Barueri. Time que vem se mostrando peitudo. Encarador. Joga como time de muito tempo na elite. Já o mineiro, ainda em primeiro, jogou o suficiente para validar a vitória do ‘Bar”.

Gols para o Atlético: Diego Tardelli.

Gols para o Barueri: Thiago Humberto (doiszão), Fernandinho e Marcos Pimentel.

Cotação da partida: O.

No embate na arena da baixada, deu A. Paranaense. Na partida pela Copa do Brasil o A. meteu 3 a 2 no Timão, mas perdeu em Sampa. O jogo de sábado foi 1 para os paranaenses e ‘zerô’ pata o timão, com direito a lances de total abstinência futebolística dos paulistas. O que deu aos atleticanos motivo para ensaiarem superioridade.

Cotação da partida: o.

Palmeiras e Santos no Palestra, seu Zé, não houve embate, só cumprimento do contrato profissional. 1 gol para cada lado e ficaram conversados. Obina e Robson. O periquito/porco (com gripe suína de futebol) teve sob comando o técnico interino Serginho, mas foi o mesmo que como fosse com ‘Luxembuste’. O mesmo futebolzinho profissional.

O peixe, por sua vez, com Mancini, preocupado com puxadores de tapete, se segurou para não cair. No mais, não teve mais.

Cotação da partida: º.

Cruzeiro e Avaí, Zé Carlos cruza e lá vai um gol no Avaí. 1 gol para o Cruzeiro deu para o gasto, como dizem, para quem foi ao campo imaginando o Grêmio quinta-feira pela Libertadores.

Cotação da partida: o.

FluFla. Foi um fru-fru maneiro. Zero pra ti, zero pra mim. Clássico que vive do passado. “Recordar é viver, diz o velho ditado”, é engodo temporal. Os dois times não vivem os bons clássicos do passado. Do passado só têm a marcha fúnebre de quem um dia viveu.

Cotação da partida: °.

Não dando a menor pelota para a quadra fogueirante, o Bota não está botando nada, muito menos fogo. Nem Santo Antônio, nem São João, e sequer São Pedro acenderam o fogo do ex-time do Mané. Levou couro do Goiás, que fez 4, contra 1 do foguinho.

Cotação da partida: o.

O Vitória viu em sua casa um Santo André parado no ABCD do futebol, com Marcelinho, sem pé de anjo, perder uma penal. Vitória levada ao quadrado.

Elkeson, Uellinton e Roger (2) os acarajés e Moraes para os metalúrgicos.

Cotação da partida: o.

Na Ilha do Retiro, o Sport de retirou da linha de rebaixamento pelo Grêmio. Tentando nostalgicamente apresentar um ‘futebó’ semelhante ao da Libertadores, os ‘frevoeiros’ meteram 3 contra 1 dos pampeiros. O frevo ficou a critério de Fabiano, Élder Granja e Fumagalli. E o chimarrão, por conta de Jonas.

Cotação da partida: o.

Ainda no embalo de quem perdeu o embalo. E embora com técnico novo, o São Paulo, no Morumbi, se apresentou para o gasto. Empurrou 2 nos pernambucanos, que não empurraram nada nos paulinos. Na tristeza futebolística, Jean Roet e Hernanes acertaram o caminho dos travessões.

Cotação da partida: o.

CAMPEONATO AMAZONENSE

Depois de empatar em 1 gol na primeira partida da final, com o time da vila, o Nacional, o América, do técnico imortal do livro dos recordes, Amadeu Teixeira, tornou-se campeão ontem, ao abater, sem dor e piedade, o mesmo time da vila por nada mais que 3 gols a ‘zerô’.

O futebol amazonense, que no panorama nacional se encontra na série D, é, no momento, uma ilusão do governador Eduardo Braga e o jornal A Crítica, como possível mercadoria de sustentação ilusória para Copa de 2014, com micro exibição em Manaus.

Apesar dos pesares, valeu, Diablo Rublo!

_______

|   | ###### No meio do caminho havia uma bola. Havia uma bola no meio do caminho. Ele passou, nem ligou, e foi ser doutor. Hoje torce pela seleção do Dunga.

Posted by AFIN at 22:34:15 | Permalink | No Comments »