POR FORA DE FUTEBOL

“Eu entro em campo para ser feliz.” (Valdívia, craque chileno)
Chutar não é só atingir a bola, mas criar o jogo.
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BARU DEITA E ROLA ENTRE O MENGÃO
Com um futebol solto, criativo, ofensivo, e toque de bola envolvente, o Baru impediu que o Mengão se postasse em campo para participar da partida. No primeiro ‘time’, o Baru dominou quase toda a parte do tempo. O que se viu foi um Mengão encolhido, sem talento para construir jogadas e se permitir atacar.
Como o Baru joga solto, com seus jogadores em deslocamentos constantes, esperava-se que a qualquer momento ele faria sua dendecada. Não deu outra. No fim do primeiro ‘time’, depois de toques por cima e por baixo, a dendeca se ofereceu para o eficiente Val Baiano, e ele amou-a. Fim da primeira etapa, Adriano, que fizera tanto quanto seus companheiros – nada -, saiu acusando seus parceiros.
Intervalo, ‘aguinha’, falas dos professores, vamos para a partida final. O Mengão, mais acertado em campo, ensaiou algumas jogadas, que não foram finalizadas com eficiência. Dominou até os 20 e tantos minutos, quando o Baru perdeu a conexão do meio de campo com a defesa e o ataque.
Como o Mengão não aproveitou nem as bolas paradas e nem criou jogadas perigosas contra seu adversário, o Baru, novamente articulando seu meio com a defesa e o ataque, foi para cima e não deu outra, quer dizer, deu outra. Outra jogada em equipe que resultou em outra dendecada. Embora o Mengão não se entregasse de vez, pois ainda esboçou reação, todavia o Baru deitou e rolou entre o Mengão. Por várias vezes perdeu gols. No final: total superioridade do Baru, e o Mengão de volta ao passado, sexta colocação na tabela.
Alguns aventaram que o Mengão perdeu por falta de Pet, pode até ser, mas com o Baru da noite passada, nem Pet faria o Mengão chover. O Andrade até que colocou o Toró, mas necas de chuva.
DE PERNAS DE PAU E VITÓRIAS
Enquanto o Mengão entrava no couro, pertinho dali, o São Paulo chegava ao primeiro lugar da tabela, empurrando a dedecada mínima no Vermelhaço, que abusou de perder dendecas. Uma partida com lances fortes, mas sem brilho dos bons clássicos, mesmo com toda vontade de vencer dos dois times.
No clássico inter-sulista, o Grêmio não respeitou o visitante azulão catarinense e empurrou três dendecadas, levando só uma. Com a vitória, ele se aproxima da zona da Libertadores. No mesmo momento, o Coringão, depois de protestos da torcida pelas anêmicas partidas apresentadas, foi até a terra de Gil, e tirou do Vitória a vitória por uma dendecada. Foi quase nada, mas deu para arrefecer os ânimos exaltados da torcida.
Já os operários, que se encontravam no caminho do paraíso, voltaram à zona fria dos desesperados. Depois de se encontrar perdendo por 1 a zerô, empatou, passou na frente, mas cedeu o empate e a derrota no final da partida. A uruca ficou por conta do Fogão, que saiu da zona fria ao vencer os aflitos por um pobre pênalti.
Ainda teve a exacerbação da ruindade. O time do delegado e o do embusteiro, Atlético Paranaense e Santos. Peladaça! A maior demonstração foi um chute de Alex Mineiro. Depois de um cruzamento da direita para a esquerda, que cruzou a frente do gol, a dendeca sobrou pra ele, sozinho, e ele chutou quase na bandeirinha. Uma peladaça que demonstrou um placar injusto 1×1. Era para ser 0×0, tal a ruindade. E os dois mereciam frequentar a zona fria do desespero.
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Hoje tem duas partidas pela luta da primeira colocação. Galo e Pó de Arroz, e Periquito e Goiás. Quem se encontrará na primeira posição até o fim de semana? Fácil resposta. Qualquer um.










